Brasil cai em ranking de proficiência em inglês

SO Brasil caiu do 41º para o 53º lugar no ranking de proficiência em inglês compilado pela empresa de idiomas EF Education First. É o pior resultado desde 2012. 

A pesquisa classifica o nível de conhecimento da língua inglesa de adultos em 88 países, usando como base um teste do idioma que, neste ano, foi feito por 1,3 milhões de pessoas. A nota brasileira foi 50,93, o que representa uma queda de cerca de um ponto na comparação com o resultado do ano passado.

Na visão de Luciano Timm, vice-presidente de relações acadêmicas da EF para a América Latina, os resultados brasileiros não apresentaram evolução desde o início do estudo, o que acende um alerta para o mercado quando o assunto é inovação no país. “Tecnologias como ‘machine learning’ e inteligência artificial estão acontecendo em saltos, e estão acontecendo em inglês. Um executivo ou empreendedor que não usa inglês no seu dia a dia acaba tendo limitações”, diz. O estudo identificou que os países com maior proficiência também são, em média, os que mais investem em pesquisa e desenvolvimento. 

O estudo classifica o nível de proficiência do Brasil como baixo. Chile, China, Japão e México estão na mesma faixa de conhecimento. Na América Latina, região que ficou estagnada na comparação com o ano passado, a Argentina é o país mais bem colocado (27º no ranking global), seguido da Costa Rica (36º), da República Dominicana (37º) e do Uruguai (40º). A Suécia, a Holanda e a Cingapura lideram o ranking, nessa ordem. 

Dentre 59 cidades analisadas individualmente, as três capitais brasileiras incluídas apresentam resultados acima da média do país. Brasília teve nota 54,64, São Paulo ficou com 54,02 e o Rio de Janeiro, com 53,16, o que coloca todas na faixa de proficiência moderada. 

Globalmente, pessoas com mais de 41 anos têm proficiência baixa, enquanto as faixa etárias mais jovens apresentam notas mais altas. Em média, mulheres tiveram resultados melhores que os homens. Nas empresas, profissionais do nível gerencial são os que falam melhor o idioma, acima dos altos executivos e dos demais funcionários.

Fonte: Valor econômico / Letícia Arcoverde

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